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	<title>Assembleia de Deus Leiria</title>
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	<description>Jesus ama-te</description>
	<pubDate>Sun, 14 Feb 2010 21:53:22 +0000</pubDate>
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		<title>Quem é Ladrão? O Lar de Betânia?</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Feb 2010 23:22:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dr. José Manuel Martins</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Actualidades]]></category>

		<category><![CDATA[Lar de Betânia]]></category>

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		<description><![CDATA[
Vi a reportagem «Filha Roubada» emitida pela RTP1. Por dever de ofício, uma vez que não costumo dar especial atenção a esse tipo de trabalhos jornalísticos, em particular quando antevejo a mediatização da vida particular de alguém com base em decisões judiciais: os jornalistas, em regra, sabem muito pouco sobre regras de aplicação do direito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" style="border: 1px solid black; margin: 10px; float: left;" src="http://assembleiadeusleiria.com/wp-content/uploads/2010/02/lar-de-betania.jpg" alt="" width="100" height="100" /></p>
<p style="text-align: justify;">Vi a reportagem «Filha Roubada» emitida pela RTP1. Por dever de ofício, uma vez que não costumo dar especial atenção a esse tipo de trabalhos jornalísticos, em particular quando antevejo a mediatização da vida particular de alguém com base em decisões judiciais: os jornalistas, em regra, sabem muito pouco sobre regras de aplicação do direito e tendem a interpretar os factos à luz do que o julgador desconhece e que, portanto, não interfere na decisão. Alguém me disse: «Se tiver oportunidade, agradeço que veja hoje a reportagem da RTP1 sobre o Lar de Betânia, depois do Telejornal».</p>
<p style="text-align: justify;">«Boa, uma reportagem sobre o Lar de Betânia, no horário nobre da RTP…» – pensei com os meus botões. Mentalmente, no entanto, fiquei desconfiado, dando comigo a pensar nos antecedentes – em regra os meios de comunicação social não «retratam» coisas boas, muito menos quando elas acontecem por acção de homens e mulheres cristãos evangélicos empenhados em tarefas nobres de cuidar dos outros, das crianças em particular, as que, sendo desvalidas, precisam de colo, de pão, de cama, de valores, de projecto de vida… Confesso que me sentei no sofá, à hora marcada, desconfiado. Reportar o Lar de Betânia a essa hora, num canal generalista, visto por centenas de milhar de portugueses (cá e no resto do Mundo…) parecia bom demais, um autêntico milagre… A inicial sensação de satisfação desvaneceu-se logo que li o título da reportagem e ouvi as primeiras palavras da progenitora da criança em causa, protagonista assumida, chorosa como convém, alardeando bondade, capacidade afectiva, tudo para ser a melhor mãe do Mundo, incapaz de errar e de admitir…o erro… Tudo, tudo culpa dos outros (todos eles ausentes, como o juiz, o pai, os representantes do Lar de Betânia…), em cujas costas largas tudo dependurava… Era gato escondido com rabo de fora, como soe dizer-se quando a montanha dá à luz um rato. Logo me apercebi que o Lar de Betânia estava ali para ser o «bombo da festa», além do Juiz, claro, um «monstro» desumano, incapaz de decidir a vida dos outros, duma petiz felicíssima, antes de ser institucionalizada, a quem os adultos, maxime a mãe, imputavam querer para dizer de quem gosta e de quem não gosta, definitivamente, aos quatro aninhos de idade, aos cinco, aos seis e… até aos sete…</p>
<p style="text-align: justify;">Do Lar de Betânia, numa reportagem de 30 minutos, só se fala quando a reportagem está no apogeu de verborreia e se advinha a crítica preconceituosa, estavam já estafados cerca de 20 minutos de jornalismo indecente. Muito mau, muito mau mesmo, mesmo antes de introduzir o tema da religião, dos tratos desadequados (maus…) (até um vizinho ouvia a menor chorar, pela manhã, sem se saber quando: à entrada no Lar, passados dias, passadas semanas, passados meses? Não interessa, o jornalista não pergunta, já tinha o que queria: a criança chorava!), da insegurança, da falta de<br />
corpo clínico próprio, das técnicas que não queriam brinquedos nem fotografias… Em crescendo, da boca desse jornalista e da câmara que apontava a quem queria ser visto e a quem tinha o direito de reserva à imagem, foram sendo vociferadas frases de mesquinha avaliação dos factos e ultrajadas a<br />
honra e bom nome das Instituições visadas (não lhe bastava o Lar de Betânia, a Magistratura… tinha que mexer com a AEP com A CADP….), com o objectivo de «engalanar» o drama, ao qual, felizmente, a menor fora arrancada, corajosamente arrancada por um decisão que só pecou por ter esperado, até ao<br />
limite do tolerável, que uma mãe abrisse mão do seu direito de «ter a filha só para si», à custa de tudo, inclusive da saúde da filha, sem ter consciência disso, admitimos sem reservas, como demonstradamente consta dos autos…</p>
<p style="text-align: justify;">O jornalista, como resulta da reportagem, estava convencido que tinha encontrado nas «debilidades» do Lar a razão forte para concluir a reportagem em alta, emocionalmente falando, não quanto aos factos, porque quanto a eles claudicou assentado na sua sobranceria…</p>
<p style="text-align: justify;">Então, para o jornalista, o Lar de Betânia é tudo menos uma Instituição Particular de Solidariedade Social, tão digna como qualquer outra, das centenas que existem e laboram no Alentejo, que tem Acordo de Cooperação com a Segurança Social e é supervisionada pelas autoridades públicas competentes…</p>
<p style="text-align: justify;">Então, para o jornalista, o Lar de Betânia não tem órgãos sociais (Assembleia Geral, Direcção, Conselho Fiscal) e por isso não tem necessidade de falar com quem o dirige, arrogando-se o direito de falar nas costas dos visados…traiçoeiramente…</p>
<p style="text-align: justify;">Então, para o jornalista, o Juiz imaturo andava de amores com o Lar de Betânia (se não é da mesma religião, parece, pois nem perguntou a ninguém acerca do Lar quando para lá mandou a criança… Tinha-a fisgada, o Juiz, e queria que a criança se virasse para o pai, através da religião… é o que transparece do que disse o jornalista e, muito mais, do que não disse e deixou claramente intuído…) …</p>
<p style="text-align: justify;">Então, para o jornalista, os acórdãos do Venerando Tribunal de Évora, proferidos em Novembro e Dezembro de 2009, não contavam nada, apesar de terem confirmado na íntegra, sem tirar nem pôr, a decisão do imaturo juiz, inclusive a confiança da menor ao Lar de Betânia e o plano terapêutico de recuperação gizado pelos técnicos…</p>
<p style="text-align: justify;">Então, para o jornalista, não valia nada a reapreciação da situação da menor, após um mês de permanência no Lar de Betânia, efectuada com base nesse plano de exigência preestabelecida, elaborado pelos técnicos que melhor conheciam a situação da menor, depois da qual foi decidido manter a medida de confiança provisória (…) ao Lar de Betânia nos precisos termos da decisão inicial…</p>
<p style="text-align: justify;">Então, para o jornalista, não contou o facto do Tribunal (e já não saída da pena do imaturo juiz…) ter autorizado, pelo Natal e Ano Novo, a saída da criança do Lar de Betânia para estar com a mãe e com o pai, embora condicionada à avaliação técnica do estado psicológico e emocional da menor e da forma como decorrerem as visitas nos dias anteriores, de modo a evitar que as mesmas ponham em causa os progressos já obtidos ou a estabilidade da menor (Custava-lhe admitir que os técnicos do Lar de Betânia tinham realizado um trabalho sério, exemplar, com resultados? Claro, afinal a reportagem era para dizer mal do juiz e do… Lar de Betânia…) …</p>
<p style="text-align: justify;">Então, para o jornalista….</p>
<p style="text-align: justify;">Falta dizer, sem esgotar as razões da falência de tal trabalho dito jornalístico, que a reportagem não dignifica o jornalismo, serve-se de factos verdadeiros que não relevam para o assunto da mesma (explicará o jornalista a que luz o facto de dizer que o Lar de Betânia é da AEP, da CADP, quando não é, que o Presidente da Direcção da CADP é Pastor, mas é-o porque deixou de ser Enfermeiro? …), utiliza imagens que não retratam a verdade (explicará o jornalista a que luz o facto de mostrar uma carrinha do Lar, à porta da Assembleia de Deus, com a porta aberta, alegando insegurança, quando, como ele sabe, a porta só abre por fora e só o adulto que as acompanhava o pode fazer… em segurança?).</p>
<p style="text-align: justify;">A reportagem é iníqua pelo que omite. Se nela se queria falar do Lar de Betânia deveria dizer-se que a criança estava lá por decisão legítima do Tribunal e que o Lar de Betânia cumpriu, como sempre procurou cumprir ao longo da sua história de mais de quatro décadas; deveria dizer quais são os fins sociais do Lar e as obrigações a que está sujeito por via da Lei, dos Estatutos, dos Regulamentos e dos Acordos de Cooperação…</p>
<p style="text-align: justify;">A reportagem é violadora dos direitos das crianças por não ter respeitado o direito à sua imagem, em nome dum sensacionalismo bacoco, em busca de audiência emocional…</p>
<p style="text-align: justify;">A reportagem viola os direitos de cidadania de muitos portugueses porque, servindo um interesse particular (objectivamente, o da mãe…) foi feita à custa do que pagam em impostos para manter o Serviço Público de Televisão, um sistema de Justiça independente e, ainda, da ajuda financeira em<br />
donativos, ao longo do tempo, solidariamente com o Lar de Betânia e com as crianças desprotegidas, muitos deram…</p>
<p style="text-align: justify;">Afinal, quem roubou quem!?</p>
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		<item>
		<title>Perdoe - Seja Curado e Tenha Saúde</title>
		<link>http://assembleiadeusleiria.com/perdoe-seja-curado-e-tenha-saude</link>
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		<pubDate>Sat, 06 Feb 2010 22:39:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Comportamentos]]></category>

		<category><![CDATA[Perdão]]></category>

		<category><![CDATA[Perdoar]]></category>

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		<description><![CDATA[
&#8220;Você sabia que, de acordo com várias estatísticas médicas, 60% das doenças são de origem emocional e que 90% delas é por falta de perdoar? Quando Jesus mandou que se perdoasse 70 vezes 7, Ele estava preocupado, também, com sua saúde e longevidade?
Quando achamos que alguém nos ofendeu, e não conseguimos perdoar, a ofensa vem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" style="border: 1px solid black; margin: 10px; float: left;" src="http://assembleiadeusleiria.com/wp-content/uploads/2008/07/abraco.jpg" alt="" width="100" height="100" /></p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Você sabia que, de acordo com várias estatísticas médicas, 60% das doenças são de origem emocional e que 90% delas é por falta de perdoar? Quando Jesus mandou que se perdoasse 70 vezes 7, Ele estava preocupado, também, com sua saúde e longevidade?</p>
<p style="text-align: justify;">Quando achamos que alguém nos ofendeu, e não conseguimos perdoar, a ofensa vem continuamente ao nosso consciente e isso sensibiliza todo o nosso metabolismo, causando insónia, depressão, hipertensão, e consequentemente, aumentando os efeitos das doenças cardíacas e outras.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma grande percentagem de hipertensão arterial é causada por falta de perdão. Apenas 10% dos casos de hipertensão arterial têm suas causas específicas detectadas. Na maioria dos casos (90%) é rotulada de &#8216;hipertensão arterial essencial&#8217;, ou seja, sem causa orgânica definida. Isso quer dizer que é causa sentimental.</p>
<p style="text-align: justify;">A ira ou raiva podem levar à morte. A falta de perdão produz o estresse emocional que pode precipitar arritmias ventriculares e levar à morte súbita, ao estimular vias serotoninérgicas no SNC, as quais afetam fortemente o funcionamento cardiovascular (Jiang,1996). A ira ou a raiva é o estado emocional que com maior freqüência se associa à isquemia miocárdica e arritmias mais graves.</p>
<p style="text-align: justify;">A falta de perdão produz depressão e esta pode levar ao enfarto do miocárdio. A depressão pode afectar a coagulação e a trombogênese (Markovitz, 1991), sendo, portanto, factor de risco para doenças coronárias e enfarto do miocárdio.</p>
<p style="text-align: justify;">A falta de perdão produz ansiedade, que pode produzir problemas coronários e esses podem levar a enfartes. Pessoas portadoras de alguns traços de personalidade como natureza ansiosa, são propensas a problemas coronários.</p>
<p style="text-align: justify;">A falta de perdão traz desarmonia do sistema nervoso podendo causar ansiedade, que produz os seguintes efeitos:<br />
- Tremores ou sensação de fraqueza; tensão ou dor muscular; inquietação; fadiga; falta de ar; palpitações; mãos frias e úmidas, boca seca; vertigens e tonturas; náuseas e diarreia; rubor ou calafrios; aumento do número de urinadas; resposta exagerada à surpresas; dificuldade de concentração ou memória prejudicada; insônia e irritabilidade. E tudo isso pode levar ao pânico.</p>
<p style="text-align: justify;">-Se você tem observado alguns ou muitos desses sintomas, volte-se ao sentimento mais profundo do seu coração e comesse a fazer uma limpeza. Vá jogando fora todas as mágoas, rancores, sentimento de vingança ou revanche. Busque no subconsciente, traga ao consciente e elimine por completo.</p>
<p style="text-align: justify;">-Se alguém lhe ofendeu profundamente, é porque era uma pessoa querida sua. Raciocine comigo: se um bêbado que você nunca viu, passar na rua e dizer lhe coisas feias, você não se recente. Não perde o sono por causa daquele desconhecido. Logo esquece. Mas se uma pessoa que você ama disser qualquer coisa com mais dureza, você se magoa. Se essa pessoa é querida, logo ela lhe fez muitas coisas boas, também. Então enumere as coisas boas que ela lhe fez e a perdoe.</p>
<p style="text-align: justify;">-Sei que agora você pode entender as palavras de Jesus: &#8220;Ame a teu próximo como a ti mesmo&#8221;. Você tem que se amar ao ponto de conseguir perdoar. Eis o porque de tanta insistência de Jesus em perdoar. A oração que Ele ensinou aos seus discípulos diz: &#8220;perdoa os nossos pecados, assim como nós perdoamos&#8230; porque se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós&#8221;. (Mateus 6:12 e 14). &#8220;Quando estiverdes orando, perdoai, se tendes alguma coisa contra alguém, para que vosso Pai que está nos céus vos perdoe as vossas ofensas. Mas se não perdoardes, também vosso Pai, que está nos céus, não perdoará as vossas ofensas&#8221;. ( Marcos 11:25 e 26). Isso quer dizer que somos perdoados tanto quanto nós perdoamos. &#8220;Antes sede uns para com os outros benignos e misericordiosos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo&#8221;. (Efésios 4:32).</p>
<p style="text-align: justify;">-Jesus valoriza tanto o perdão, ao ponto de dizer que se formos ao seu altar para entregar a nossa oferta e lá nos lembrarmos que alguém tem alguma coisa contra nós, Ele manda que deixemos a oferta no altar e primeiro nos reconciliemos com essa pessoa e, depois sim, voltemos oferecer a Deus a nossa oferta. (Mateus 5:23 e 24).</p>
<p style="text-align: justify;">-Há muitas pessoas nas drogas, na prostituição, muitos morando nas ruas, por falta de perdão. Há hospitais lotados de pessoas que não conseguem perdoar e por isso estão morrendo.<br />
Chega de sofrer! Jesus tem a solução para você agora. Na cruz ele olhou para os seus algozes e disse: &#8220;Pai, perdoa-lhes, porque eles não sabem o que fazem&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">-Talvez você diga que já tentou perdoar e não consegue. Eu sei que muitas vezes é difícil, mas não impossível. Peça ajuda ao Espírito Santo. Entre no seu quarto e sozinho com Deus diga-Lhe o nome de cada uma das pessoas que você precisa e quer perdoar. Peça uma actuação sobrenatural do Espírito Santo, para que seu interior, seus sentimentos, sejam curados. Deus que curar a sua alma e consequentemente o seu físico. Viva a vida abundante que Deus tem pra você; vida plena, feliz e abençoada.</p>
<p style="text-align: justify;">-Experimente a leveza em seu espírito após o perdão. A tristeza, a dor e o desconforto irão embora. A doce paz de Deus envidará seu coração; o Seu grande amor cobrirá todo o seu ser: espírito alma e corpo. Haverá saúde física, espiritual mental e emocional. Você dirá, com certeza:<br />
&#8220;Que delícia! Viver em Deus! Com Deus! E para Deus!&#8221;<br />
Graça E Paz a todos.&#8221;<br />
Fernando Gustavo Santos</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>12 Conselhos para o Teu Ano de 2010</title>
		<link>http://assembleiadeusleiria.com/12-conselhos-para-o-teu-ano-de-2010</link>
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		<pubDate>Fri, 08 Jan 2010 00:23:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Actualidades]]></category>

		<category><![CDATA[Auto-Motivação]]></category>

		<category><![CDATA[Conselhos]]></category>

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		<description><![CDATA[1
Por mais que te falem de tristeza&#8230;
continua a Sorrir!
2
Por mais que te demonstrem rancor&#8230;
continua a Perdoar!
3
Por mais que te tragam decepções&#8230;
continua a Confiar!
4
Por mais que te ameacem de fracasso&#8230;
continua a procurar a Vitória!
5
Por mais que te apontem os erros&#8230;
continua a Acertar!
6
Por mais que discutam sobre a ingratidão&#8230;
continua a Ajudar!
7
Por mais que noticiem a miséria&#8230;
continua a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">1<br />
Por mais que te falem de tristeza&#8230;<br />
continua a Sorrir!<br />
2<br />
Por mais que te demonstrem rancor&#8230;<br />
continua a Perdoar!<br />
3<br />
Por mais que te tragam decepções&#8230;<br />
continua a Confiar!<br />
4<br />
Por mais que te ameacem de fracasso&#8230;<br />
continua a procurar a Vitória!<br />
5<br />
Por mais que te apontem os erros&#8230;<br />
continua a Acertar!<br />
6<br />
Por mais que discutam sobre a ingratidão&#8230;<br />
continua a Ajudar!<br />
7<br />
Por mais que noticiem a miséria&#8230;<br />
continua a Praticar a Justiça e a acreditar na Prosperidade!<br />
8<br />
Por mais que te falem de destruição&#8230;<br />
continua a Construir!<br />
9<br />
Por mais que te preocupem as doenças&#8230;<br />
continua a vibrar Saúde!<br />
10<br />
Por mais que exibam ignorância&#8230;<br />
continua a exercitar a tua Inteligência!<br />
11<br />
Por mais que observes mentiras à tua volta&#8230;<br />
continua a procurar a Verdade!<br />
12<br />
Por mais que plantem o mal&#8230;<br />
continua a semear o Bem!</p>
<p>Texto adaptado de Sílvia Schmidt (Do Boletim Operação Mobilização on-line)</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Agenda do Mês - Janeiro 2010</title>
		<link>http://assembleiadeusleiria.com/agenda-do-mes-janeiro-2010</link>
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		<pubDate>Fri, 08 Jan 2010 00:20:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pastor Michel Cruz</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>

		<category><![CDATA[Conferência Evangelistíca]]></category>

		<category><![CDATA[Culto]]></category>

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		<description><![CDATA[Para o corrente mês, estão agendadas as seguintes actividades:
12/01: Culto Inter-igrejas da Região Leiria/Marinha Grande no âmbito da Semana Universal de Oração promovida pela Aliança Evangélica Portuguesa. Tema: &#8220;Tu és Minha Testemunha&#8221;;
15-17/01: Conferência Evangelística &#8220;Começar de Novo&#8221; com o Pastor e Ministro de Louvor Pr. Isaac Reis;
23/01: Culto Geral de Senhoras.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para o corrente mês, estão agendadas as seguintes actividades:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>12/01:</strong> Culto Inter-igrejas da Região Leiria/Marinha Grande no âmbito da Semana Universal de Oração promovida pela Aliança Evangélica Portuguesa. Tema: &#8220;Tu és Minha Testemunha&#8221;;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>15-17/01:</strong> Conferência Evangelística &#8220;Começar de Novo&#8221; com o Pastor e Ministro de Louvor Pr. Isaac Reis;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>23/01:</strong> Culto Geral de Senhoras.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Família Casamento e Homossexualidade</title>
		<link>http://assembleiadeusleiria.com/familia-casamento-e-homossexualidade</link>
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		<pubDate>Fri, 08 Jan 2010 00:17:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Família]]></category>

		<category><![CDATA[Casamento]]></category>

		<category><![CDATA[Homossexualidade]]></category>

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		<description><![CDATA[
Os nossos valores éticos e espirituais estão subordinados à dimensão espiritual em conformidade com a Bíblia, enquanto Palavra de Deus. Respeitamos todas as pessoas e reconhecemos a dignidade de todas elas com base na mesma autoridade. Todo o ser humano recebe a sua dignidade do Seu Criador.
Não diferenciamos entre pecado e pecado e, à luz [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" style="border: 1px solid black; margin: 10px; float: left;" src="http://assembleiadeusleiria.com/wp-content/uploads/2010/01/2008jorgehumberto.jpg" alt="" width="100" height="100" /></p>
<p style="text-align: justify;">Os nossos valores éticos e espirituais estão subordinados à dimensão espiritual em conformidade com a Bíblia, enquanto Palavra de Deus. Respeitamos todas as pessoas e reconhecemos a dignidade de todas elas com base na mesma autoridade. Todo o ser humano recebe a sua dignidade do Seu Criador.</p>
<p style="text-align: justify;">Não diferenciamos entre pecado e pecado e, à luz da mesma regra de fé e de conduta, consideramos que todos, sem excepção, somos pecadores e carecemos da graça de Deus que nos é comunicada através de Jesus Cristo.</p>
<p style="text-align: justify;">Defendemos os valores da família e do casamento heterossexuais de acordo com o princípio instituído por Deus na criação. Não concordamos com a alteração desta disposição essencial da ordem que Deus estabeleceu. Em termos políticos, com ou sem referendo, manteremos a nossa consciência cristã nesta como em qualquer outra vertente, em conformidade com a matriz bíblica.</p>
<p style="text-align: justify;">Reiteramos que Deus ama a todas as pessoas independentemente do que quer que seja, mas simultaneamente afirmamos que o amor de Deus nos chama a todos a uma nova vida em Jesus Cristo de acordo com a Sua vontade.</p>
<p style="text-align: justify;">Pr. Jorge Humberto (Presidente da Direcção da Aliança Evangélica Portuguesa)</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O Que é o Natal?</title>
		<link>http://assembleiadeusleiria.com/o-que-e-o-natal</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Dec 2009 01:18:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pastor Michel Cruz</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Actualidades]]></category>

		<category><![CDATA[Natal]]></category>

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		<description><![CDATA[
O Natal  é (deve ser) um tempo de acções graças e de exaltação a Deus – Glória a Deus nas alturas, proclamaram as criaturas angelicais - o Qual, pelo Seu amor e graça, estende, na Pessoa do Seu Filho Jesus Cristo, os braços bem abertos, receptivos, a todos os homens e mulheres, afim de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" style="border: 1px solid black; margin: 10px; float: left;" src="http://assembleiadeusleiria.com/wp-content/uploads/2008/11/natal.jpg" alt="" width="100" height="100" /></p>
<p style="text-align: justify;">O Natal  é (deve ser) um tempo de acções graças e de exaltação a Deus – Glória a Deus nas alturas, proclamaram as criaturas angelicais - o Qual, pelo Seu amor e graça, estende, na Pessoa do Seu Filho Jesus Cristo, os braços bem abertos, receptivos, a todos os homens e mulheres, afim de receberem o maravilhoso e tão necessário presente da salvação e da vida eterna.</p>
<p style="text-align: justify;">O Natal é (deve ser) um tempo de grande alegria. A alegria do Natal, a verdadeira e completa alegria, está nas “Novas de Grande de Alegria que são para todos nós”, que consistem no facto de ter nascido em nosso favor, o Salvador, a verdadeira Luz que alumia a todos os homens, a Solução para os nossos pecados e ofensas para com e perante o Criador e Sustentador da nossa existência.</p>
<p style="text-align: justify;">O Natal é (deve ser) uma época de Festa jubilosa. Os anjos bradaram de regozijo e entoaram glórias a Deus, porque nascera o Prometido, Senhor e Salvador; os pastores saíram da estrebaria irrompendo em alegres louvores e falando da Sua grandeza; os sábios do oriente fizeram-Lhe ofertas e, rendidos, adoraram-No como o Rei dos reis e o Senhor dos senhores que é. Natal foi uma Festa jubilosa porque focalizaram a sua atenção na Pessoa de Jesus, com tudo o que de necessário e bom nos trouxe. A sua grande alegria estava no facto de centrarem a sua atenção sómente Nele, não noutras pessoas, até, integrantes do evento do Seu nascimento, nem nos adereços do lugar onde nasceu. Neste Natal faça de Jesus o Centro, a razão e o propósito da sua festividade. No Natal, já neste próximo, faça de Jesus o Protagonista Central dessa Festa. Não deixe que outras personagens e figuras, símbolos e adereços desviem a sua atenção Daquele que merece toda e exclusiva atenção, Jesus Cristo, a própria Causa do Natal. Fazendo assim gozará de grande alegria e a sua festa natalícia será de júbilo.</p>
<p style="text-align: justify;">O Natal é (deve ser) Paz. “Paz na terra” anunciaram os anjos na noite da Natividade. Quantas famílias se reúnem mas sem estarem em união: laços quebrados, discórdia e inimizade, deslealdade e traição presentes, mágoa e amargura entre membros, ausência de genuíno amor conjugal e ou familiar. Se o Natal for o Natal de Jesus, celebração ao sempiterno Príncipe da Paz nascido em Belém mas, também, nascido nas vidas, nos espíritos humanos, a quietude no interior far-se-á presente na vida de cada um afectando, positivamente, os relacionamentos, inclusive os familiares. Não se trata da paz efémera, insegura e, quantas vezes hipócrita, lavrada pelas canetas dos políticos. Trata-se da paz duradoura quanto é Jesus, firmada nos corações receptivos a Ele.</p>
<p style="text-align: justify;">O Natal é (deve ser) satisfação. Em Belém desceu o “Pão do Céu” que quem Dele comer não terá mais fome. Na cidade de David nasceu o “Pão da Vida”, que alimenta e sacia verdadeiramente as almas. Em grande parte dos casos a mesa farta da consoada está rodeada de corações famintos de paz completa, de felicidade autêntica, de amor justo e fiel, de sentido, propósito e horizonte sorridente para a vida e de esperança certa. É bom termos a família reunida à volta de uma mesa cheia de boa comida e de doçuras. Mas não se compara se a isso se juntar a presença de Jesus. Com Jesus presente nas nossas vidas usufruímos da verdadeira consoada. Ele mesmo diz: Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e com ele cearei, e ele, comigo. (Da Bíblia, Apocalipse 3:20). Abra a porta a Jesus, a porta do seu coração e a porta do seu lar e verá que, se fizer isso, já hoje, que a noite de consoada que se aproxima será uma verdadeira consoada, uma verdadeira festa com a família.</p>
<p style="text-align: justify;">No Natal crie no seu lar um ambiente natalício, reuna-se com a família na “noite de consoada”, troque presentes, mas não se esqueça de Jesus. Faça Dele a Presença por excelência naquela noite e no próprio dia convencionado para a celebração do Seu nascimento. Juntos tenham uma palavra de acção de graças a Deus, em oração (orar é falar com Deus livre e espontaneamente, como um filho fala com o seu pai); pegue numa Bíblia e leia um texto bíblico relativo àquele Evento, por exemplo, Evangelho segundo S. Lucas, capítulo 2, versículos 8 a 20. Você verá diferença. Será um novo Natal. Será o Verdadeiro Natal!</p>
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		<title>95 Teses da Re-Reforma - Para Ser Colado nas &#8220;Portas&#8221; das Igrejas</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 21:43:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pastor Michel Cruz</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ética]]></category>

		<category><![CDATA[95 Teses]]></category>

		<category><![CDATA[Ministérios]]></category>

		<category><![CDATA[Reforma]]></category>

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		<description><![CDATA[1 – Reafirmamos a supremacia das Escrituras Sagradas sobre quaisquer visões, sonhos ou novas revelações que possam aparecer. (Mc 13.31)
2 – Entendemos que todas as doutrinas, ideias, projectos ou ministérios devem passar pelo crivo da Palavra de Deus, levando-se em conta sua total revelação em Cristo e no Novo Testamento do Seu sangue. (Hb 1.1-2)
3 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">1 – Reafirmamos a supremacia das Escrituras Sagradas sobre quaisquer visões, sonhos ou novas revelações que possam aparecer. (Mc 13.31)</p>
<p style="text-align: justify;">2 – Entendemos que todas as doutrinas, ideias, projectos ou ministérios devem passar pelo crivo da Palavra de Deus, levando-se em conta sua total revelação em Cristo e no Novo Testamento do Seu sangue. (Hb 1.1-2)</p>
<p style="text-align: justify;">3 – Repudiamos toda e qualquer tentativa de utilização do texto sagrado visando a manipulação e domínio do povo que, sinceramente, deseja seguir a Deus. (2 Pe 1.20)</p>
<p style="text-align: justify;">4 – Cremos que a Bíblia é a Palavra de Deus e que contém TODA a revelação que Deus julgou necessária para todos os povos, em todos os tempos, não necessitando de revelações posteriores, sejam essas revelações trazidas por anjos, profetas ou quaisquer outras pessoas. (2 Tm 3.16; Gl 1.8-9)</p>
<p style="text-align: justify;">5 – Que o ensino coerente das Escrituras volte a ocupar lugar de honra em nossas igrejas. Que haja integridade e fidelidade no conhecimento da Palavra tanto por parte daqueles que a estudam como, principalmente, por parte daqueles que a ensinam. (Rm 12.7; 2 Tm 2.15; I Pe. 4.11)</p>
<p style="text-align: justify;">6 – Que princípios relevantes da Palavra de Deus, ratificados pelos Apóstolos do Senhor Jesus, sejam reafirmados sempre: a soberania de Deus, a suficiência da graça, o sacrifício perfeito de Cristo e Sua divindade, o fim do peso da lei, a revelação plena das Escrituras na pessoa de Cristo, etc. , (At 2.42; Ef. 2:20)</p>
<p style="text-align: justify;">7 – Cremos que o mundo jaz no maligno, conforme nos garantem as Escrituras, não significando, porém, que Satanás domine este mundo, pois “do Senhor é a Terra e sua Plenitude, o mundo e os que nele habitam”. (1 Jo 5.19; Sl 24.1)</p>
<p style="text-align: justify;">8 – Cremos que a vitória de Jesus sobre Satanás foi efectivada na cruz, onde Cristo “expôs publicamente os principados e potestades à vergonha, triunfando sobre eles” e que essa vitória teve como prova final a ressurreição, onde o último trunfo do diabo, a saber, a morte, também foi vencido. (Cl 2.15; 1 Co 15.20-26)</p>
<p style="text-align: justify;">9 – Acreditamos que o cristão verdadeiro, uma vez liberto do império das trevas e trazido para o Reino do Filho do amor de Deus, conhecendo a verdade e liberto por ela, não necessita de sessões contínuas de libertação, pois isso seria uma afronta à Cruz de Cristo. (Cl 1.13; Jo 8.32,36)</p>
<p style="text-align: justify;">10 – Cremos que o diabo existe, como ser espiritual, mas que está subjugado pelo poder da cruz de Cristo, onde ele, o diabo, foi vencido. Portanto, não há a necessidade de se “amarrar” todo o mal antes dos cultos, até porque o grande Vencedor Se faz presente. (1 Co 15.57; Mt 18.20)</p>
<p style="text-align: justify;">11 – Declaramos que nós, cristãos, estamos sujeitos às doenças, males físicos, problemas relativos à saúde, e que não há nenhuma obrigação da parte de Deus em curar-nos, e que isso de forma alguma altera o Seu carácter de Pai amoroso e Deus fiel. (Jo 16.33; 1 Tm 5.23)</p>
<p style="text-align: justify;">12 – Entendemos que a prosperidade financeira pode ser uma bênção na vida de um cristão, mas que isso não é uma regra. Deus não tem nenhum compromisso de enriquecer e fazer prosperar um cristão. (Fp 4.10-12)</p>
<p style="text-align: justify;">13 – Reconhecemos que somos peregrinos nesta terra. Não temos, portanto, ambições materiais de conquistar esta terra, pois “nossa pátria está nos céus, de onde aguardamos a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo”. (1 Pe 2.11; Fp 3.20)</p>
<p style="text-align: justify;">14 – Nossas petições devem sempre sujeitar-se à vontade de Deus. “Determinar”, “reivindicar”, “ordenar” e outros verbos autoritários não encontram eco nas Escrituras Sagradas. (Lc 22.42)</p>
<p style="text-align: justify;">15 – Afirmamos que a frase “Pare de sofrer”, exposta em muitas igrejas, não reflecte a verdade bíblica. Em toda a Palavra de Deus fica clara a ideia de que o cristão passa por sofrimentos, às vezes cruéis, mas ele nunca está sozinho em seu sofrer. (Rm 8.35-37)</p>
<p style="text-align: justify;">16 – Reafirmamos que, nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, sendo os mesmos livres de quaisquer maldições passadas, conhecidas ou não, pelo poder da cruz e do sangue de Cristo, que nos livra de todo o pecado e encerra em si mesmo toda a maldição que antes estava sobre nós. (Rm 8.1; Gl 3:13; Cl 3:3)</p>
<p style="text-align: justify;">17 – Entendemos que a natureza criada participa das dores, angústias e consequências da queda do homem, e que aguarda com ardente expectativa a manifestação dos filhos de Deus. O que não significa que nós, cristãos, tenhamos que ser negligentes com a natureza e o meio-ambiente, uma vez que Deus não apenas criou tudo, mas também “viu que era bom&#8221; (Rm 8.19-23; Gn 1.31)</p>
<p style="text-align: justify;">18 – Reconhecemos a suficiência e plenitude da graça de Cristo, não necessitando assim, de quaisquer sacrifícios ou barganhas para se alcançar a salvação e favores de Deus. (Ef 2.8-9)</p>
<p style="text-align: justify;">19 – Reconhecemos também a suficiência da graça em TODOS os aspectos da vida cristã, dizendo com isso que não há nada que possamos fazer para “merecermos” a atenção de Deus. (Rm 3.23; 2 Co 12.9)</p>
<p style="text-align: justify;">20 – Que nossos cultos sejam marcados por uma liturgia vibrante e espontânea, participativa e ordeira, livre e temente, alegre e solene, com manifestação dos frutos do Espírito a par dos dons do Espírito, renovada sem inovações, e equilibrada quanto ao louvor e à pregação da Palavra de Deus (II Co 3.17; I Co 14.26, 31 e 40).</p>
<p style="text-align: justify;">21 – Que haja brilho nos olhos daqueles que se reúnem para adorar e ouvir da Palavra e que Deus se alegre de nosso modo de cultuá-Lo (Salmo 100; 122.1)</p>
<p style="text-align: justify;">22 – Que reconheçamos o valor da diversidade de sons e ritmos no cântico e na música como expressões da variedade cultural nas igrejas e do contexto local, sempre com vista à melhor comunicação do Evangelho e à edificação espiritual dos crentes e dentro dos princípios da ordem e da decência. Sons e ritmos que &#8220;mexam&#8221; positivamente com a alma e não com o corpo (Ef 5:19; Cl. 3:16; I Co. 14:40)</p>
<p style="text-align: justify;">23 - Que os cânticos e hinos sejam mais centralizados na pessoa de Deus no que na primeira pessoa do singular (EU). (Jo 3.30)</p>
<p style="text-align: justify;">24 - Rejeitamos as músicas que consistem de repetições infindáveis, a fim de levar o povo ao êxtase induzido, fragilizando a mente de receber a Palavra e prestar a Deus culto racional, conforme as Escrituras. (Rm 12.1-2; 1 Co 14.15)</p>
<p style="text-align: justify;">25 - Que haja consciência sobre aquilo que se canta. Que sejamos fiéis à Palavra quando diz &#8220;cantarei com o meu espírito, mas também cantarei com meu entendimento&#8221;. (1 Co 14.15)</p>
<p style="text-align: justify;">26 - Que ninguém seja obrigado a levantar as mãos, fechar os olhos, dizer alguma coisa para o irmão do lado, pular, dançar&#8230; mas que haja liberdade no louvor tanto para fazer essas coisas como para não fazer. E que ninguém seja julgado por isso. (2 Co 3.17)</p>
<p style="text-align: justify;">27 - Lamentamos a transformação do culto público a Deus em momentos de puro entretenimento “gospel”, com a presença de animadores de auditório e pastores que, vazios da Palavra, enchem o povo de futilidades e frases de efeito que nada tem a ver com a simplicidade e profundidade do Evangelho de Cristo. (Rm 12.1-2)</p>
<p style="text-align: justify;">28 – Que retornemos ao princípio bíblico, vivido pela igreja chamada primitiva, de que “ninguém considerava exclusivamente sua nem uma das coisas que possuía; tudo, porém, lhes era comum.” (At 4.32)</p>
<p style="text-align: justify;">29 – Que não condenemos nenhum irmão por ter caído em pecado, ou por seu passado. Antes, seguindo a Palavra, corrijamos a ovelha ferida com espírito de brandura, guardando-nos para que não sejamos também tentados. O que não significa, por outro lado, conivência com o pecado praticado de forma contumaz (Gl 6.1; 1 Co 5)</p>
<p style="text-align: justify;">30 – Que ninguém seja culpado por duvidar de algo. Que haja espaço em nosso meio para dúvidas e questionamentos. Que ninguém seja recriminado por “falta de fé”. Que haja maturidade para acolher o fraco e sabedoria para ensiná-lo na Palavra. A fé vem pelo ouvir, e o ouvir da Palavra de Deus. (Rm 14.1; Rm 10.17)</p>
<p style="text-align: justify;">31 – Que a igreja reconheça que são as portas do inferno que não prevalecerão contra ela e não a igreja que tem que se defender do “exército inimigo”. Que essa consciência nos leve à prática da fé e do amor, e que isso carregue consigo o avançar do Reino de Deus sobre a terra. (Mt 16.18)</p>
<p style="text-align: justify;">32 – Cremos na plena e actual acção do Espírito Santo, mas reconhecemos que em muitas situações e igrejas, há enganos em torno do ensino sobre dons e abusos em suas manifestações. (Hb 13.8; 1 Co 12.1)</p>
<p style="text-align: justify;">33 – Que nossas estatísticas sejam mais realistas e não utilizadas para, mentindo, &#8220;disputarmos&#8221; quais são as maiores igrejas; o Reino é bem maior que essas futilidades. (Lc 22.24-26)</p>
<p style="text-align: justify;">34 – Que os neófitos sejam tratados com carinho, ensinados no caminho, e não expostos aos púlpitos e à “fama” antes de estarem amadurecidos na fé, para que não se ensoberbeçam e caiam nas ciladas do diabo. E que não sejam feitas consagrações a ministérios prematuras ou para fixar crentes, com particular prejuízo paras as igrejas e os próprios consagrados (1 Tm 3.6)</p>
<p style="text-align: justify;">35 – Reprovamos o proselitismo entre igrejas evangélicas e que ressuscite a boa ética no que se refere à aceitação e integração de membros vindos de outras igrejas (cartas de transferência, informação pastoral da igreja de origem a respeito da situação do candidato à integração, etc.). (2 Co. 10:15-16; Rm 15:20)</p>
<p style="text-align: justify;">36 – Que saibamos valorizar a nossa história, certos de que homens e mulheres deram suas vidas para que o Evangelho chegasse até nós. (Hb 12.1-2)</p>
<p style="text-align: justify;">37 – Que sejamos conhecidos não por nossas roupas ou por nossos jargões linguísticos, mas por nossa ética e amor para com todos os homens, reflectindo assim, a luz de Cristo para todos os povos. (Mt 5.16)</p>
<p style="text-align: justify;">38 – Que arda sempre em nosso peito o desejo de ver Cristo conhecido em todas as culturas, raças, tribos, línguas e nações. Que missões seja algo sempre inerente ao próprio ser do cristão, obedecendo assim à Grande Comissão que Jesus nos outorgou. (Mt 28.18-20)</p>
<p style="text-align: justify;">39 – Reconhecemos que muitas igrejas chamam de pecado aquilo que a Bíblia nunca chamou de pecado. (Lc 11.46)</p>
<p style="text-align: justify;">40 – A participação de cristãos e pastores em entidades e sociedades secretas é perniciosa e degradante para a simplicidade e pureza do Evangelho. Não entendemos como líderes que dizem servir ao Deus vivo sujeitam-se a juramentos que vão contra à Palavra de Deus, colocando-se em comunhão espiritual com não cristãos, declarando-se irmãos, aceitando outros deuses como verdadeiros. (Lv 5.4-6 e 10; Ef 5.11-12; 2 Co 6.14)</p>
<p style="text-align: justify;">41 – Rejeitamos a ideia do messianismo político, que afirma que a nação será transformada quando um “justo” (que na linguagem das igrejas significa um membro de igreja evangélica) dominar sobre esta terra. O papel de transformação da sociedade, pelos princípios cristãos, cabe à Igreja e não ao Estado. O Reino de Deus não é deste mundo, e lamentamos a manipulação e ambição de alguns líderes evangélicos pelo poder terreal (Jo 18.36)</p>
<p style="text-align: justify;">42 – Que os púlpitos não sejam transformados em palanques eleitorais em épocas de eleição. Que nenhum pastor induza o seu rebanho a votar neste ou naquele candidato por ser de sua preferência ou interesse pessoal. Que haja liberdade de pensamento e ideologia política entre o rebanho. (Gl 1.10)</p>
<p style="text-align: justify;">43 – Que as igrejas recusem ajuda financeira ou estrutural de políticos em épocas de campanha política, a fim de zelarem pela coerência e liberdade do Evangelho. (2 Rs. 5.5, 15-16; Ec 7.7)</p>
<p style="text-align: justify;">44 – Que os membros das igrejas cobrem esta atitude honrada de seus líderes. Caso contrário, rejeitem a recomendação perniciosa de sua liderança. (Gl 2.11)</p>
<p style="text-align: justify;">45 – Negamos, veementemente, no âmbito político, qualquer entidade partidária que se diga, institucionalmente, porta-voz dos evangélicos. Nós, cristãos evangélicos, somos livres em nossas ideologias políticas, não tendo nenhuma obrigação com qualquer partido político ou organização política que se passe por nossos representantes. (Mt 22.21)</p>
<p style="text-align: justify;">46 – O versículo bíblico “Feliz a nação cujo Deus é o Senhor” não deve ser interpretado sob olhares políticos como “Feliz a nação cujo presidente é evangélico” e nem utilizado para favorecer candidatos que se arroguem como cristãos. (Sl 144.15)</p>
<p style="text-align: justify;">47 – Repugnamos veementemente os chamados “showmícios” com artistas evangélicos. Entendemos ser uma afronta ao verdadeiro sentido do louvor a participação desses músicos entoando hinos de “louvor a Deus” para angariarem votos para seus candidatos. (Ex 20.7)</p>
<p style="text-align: justify;">48 – Cremos que o Reino também se manifesta na Igreja, mas é maior que ela. Deus não está preso às paredes de uma religião. O Espírito de Deus tem total liberdade para Se manifestar onde quiser, independente de nossas vontades. (At 7.48-49; I Co 12:11; Hb 2:4)</p>
<p style="text-align: justify;">50 – Nenhum pastor, bispo ou apóstolo (ou qualquer outra designação que se dê ao líder da igreja local) é inquestionável. Tudo deve ser conferido conforme as Escrituras. Nenhum homem possui a “patente” de Deus para as suas próprias palavras. Portanto, estamos livres para, com base nas Escrituras, questionarmos qualquer palavra que não esteja de acordo com as mesmas. (At 17.11; I Ts 5.21; I Jo 4.1; II Co 11.3-4)</p>
<p style="text-align: justify;">51 – Que nenhum pastor, bispo ou apóstolo se utilize do versículo bíblico &#8220;não toqueis no meu ungido&#8221;, retirando-o do contexto, para tornarem-se inquestionáveis e isentos de responsabilidade por aquilo que falam e fazem no comando de suas igrejas. (Ez 34.2; 1 Cr 16.22)</p>
<p style="text-align: justify;">52 – Que ninguém seja ameaçado por seus líderes de “perder a salvação” por questionarem seus métodos, palavras e interpretações. Que essas pessoas descansem na graça de Deus, cientes de que, uma vez salvas pela graça estão guardadas sob a égide do sangue do Cordeiro, de cujas mãos, conforme Ele mesmo nos afirma, nenhuma ovelha escapará, conquanto permanece ouvindo e obedecendo à Sua voz. (Jo 10.28-29)</p>
<p style="text-align: justify;">53 – Que a idolatria evangélica para com pastores, apóstolos, bispos, cantores, seja banida de nosso meio como um câncer é extirpado para haver cura do corpo. Que a existência de fã-clubes e a &#8220;tietagem&#8221; evangélica sejam vistos como uma afronta e como tentativa de se dividir a glória de Deus com outras pessoas. (Is 42.8; At 10.25-26)</p>
<p style="text-align: justify;">54 – Reafirmamos que o véu, que fazia separação entre o povo e o lugar santo, foi rasgado de alto a baixo quando da morte de Cristo. TODO cristão tem livre acesso a Deus pelo sangue de Cristo, não necessitando da mediação de quem quer que seja. (Hb 4.16; 2 Tm 2.15)</p>
<p style="text-align: justify;">55 – Que nenhum movimento, modelo, ou “pacote” eclesiástico seja aceito como o ÚNICO vindo de Deus, e nem recebido como a “solução” para o crescimento da igreja. Cremos que é Deus quem dá o crescimento natural a uma igreja que se coloca sob Sua Palavra e autoridade. (At 2.47; 1 Co 3.6)</p>
<p style="text-align: justify;">56 – Que nenhum grupo religioso julgue-se superior a outro pelo NÚMERO de pessoas que aderem ao seu “mover”. Nem sempre crescimento numérico representa crescimento sadio. (Gl 6.3)</p>
<p style="text-align: justify;">57 – Que se apele ao modo de viver santo em toda a maneira de viver, envolvendo o ser integral do crente, espírito, alma e corpo, num retorno ao viver modesto, sóbrio, simples e decente – lembrando o que o Divino Mestre asseverou: ”limpa primeiro o interior do copo e do prato, para que também o exterior fique limpo” isto é, “o teu interior deve ter reflexo no teu exterior”. Não confundindo humildade com relaxe, bom gosto com vaidade; não impor um estilo, nem impedir a moda, desde que dentro dos limites e princípios das Sagradas Escrituras (1 Pe. 1.15-16; 1 Ts. 5.23;1 Tm. 2.9-10; Gn. 35.1-5; 1 Pe. 3.1-6; 1 Co. 11.1-16; Dt. 22.5; Mt. 23.26)</p>
<p style="text-align: justify;">58 – Que os pastores, bispos e apóstolos se arrependam de utilizarem argumentos fúteis para justificarem suas vidas regaladas. Carro topo de gama, casa nova e prosperidade financeira não devem servir de parâmetros para saber se um ministério é ou não abençoado. Que todos nós aprendamos mais da simplicidade de Cristo. (Mt 8.20; 2 Co 11.3)</p>
<p style="text-align: justify;">59 – Não reconhecemos a autoridade de bispos, apóstolos e líderes que profetizam a respeito de datas para a volta de Cristo. Ninguém tem autoridade para falar, em nome de Deus, sobre este assunto. (Mc 13.32)</p>
<p style="text-align: justify;">60 - Que sejamos livres para “examinarmos tudo e retermos o que é bom”, sem que líderes manipuladores tentem impor seus preconceitos, principalmente na forma de intimidações. Que nenhum líder use o jargão &#8220;Deus me falou&#8221; como forma de amedrontar qualquer um que ousar questionar suas ideias. (1 Ts 5.21)</p>
<p style="text-align: justify;">61 – “O profeta que tiver um sonho, conte-o como sonho. Mas aquele a quem for dado a Palavra de Deus, que pregue a Palavra de Deus.” Que sejamos sábios para não misturar as coisas. E as profecias, ainda que não devam ser desprezadas, devem ser julgadas, retendo o que é bom e descartando toda forma de mal. (Jr 23.28; 1 Ts 5.20-22)</p>
<p style="text-align: justify;">62 - Que o profeta que “profetizar” algo e isso não se cumprir, seja reconhecido como falso profeta, segundo as Escrituras. (Ez 13.9; Dt 18.22)</p>
<p style="text-align: justify;">63 – Que o ministério pastoral seja reconhecidamente um dom, e não um título a ser perseguido. Que aqueles que exercem o ministério, sejam homens ou mulheres, o exerçam segundo suas forças, com todo o seu coração e entendimento, buscando sempre servir a Deus e aos homens, sendo realmente ministros de Deus. (1 Tm 3.1; Rm 12.7)</p>
<p style="text-align: justify;">64 – Que as nossas crianças vivam como crianças e não sejam obrigadas a se tornarem como nós, adultos, violentando a sua infância e fazendo com que se tornem “estrelas” do evangelho ou mesmo “produtos” a serem utilizados por aduladores e pastores que visam, antes de tudo, lotarem seus templos com “atracções” curiosas, como “a menor pregadora do mundo”, etc&#8230; (Lc 18.16; 1 Tm 3.6)</p>
<p style="text-align: justify;">65 – Nenhuma igreja ou instituição se julgue detentora da salvação. Cristo é o único Salvador e esta atribuição não é compartilhada por nada, nem por qualquer igreja. O Espírito é livre e sopra onde quer, entre as diferentes denominações cristãs. (At 4.12; Jo 3.8)</p>
<p style="text-align: justify;">66 – Que as “Marchas para Jesus” sejam realmente para Jesus, e não para promover igrejas que estão sob suspeita e líderes questionáveis. Muito menos para promover políticos e aproveitadores desses mega-eventos evangélicos. (1 Co 10.31)</p>
<p style="text-align: justify;">67 – Que as livrarias ditas “cristãs” sejam realmente cristãs e não ajudem a proliferar literaturas que deturpam a Palavra de Deus e que valorizam mais a experiência de algumas pessoas do que o verdadeiro ensino da Palavra. (Mq 3.11; Gl 1.8-9)</p>
<p style="text-align: justify;">68 – Cremos que “declarações mágicas” como “Portugal é do Senhor Jesus” e outras equivalentes não surtem efeito algum nas regiões celestiais e servem como factor alienante e fuga das responsabilidades sociais e evangelísticas realmente eficazes na propagação do Evangelho. (Tg 2.15-16)</p>
<p style="text-align: justify;">69 – Consideramos uma afronta ao Evangelho as novas unções como “unção dos 4 seres viventes”, “unção do riso”, “unção do Leão da tribo de Judá”, “unção do príncipe”, etc&#8230; pois além de não possuírem NENHUM respaldo bíblico ainda expõem as pessoas a situações degradantes e constrangedoras. (2 Tm 4.1-4)</p>
<p style="text-align: justify;">70 – Cremos, firmemente, que todo cristão genuíno, nascido de novo, já possui a unção que vem de Deus, não necessitando de “novas unções”. (1 Jo 2.20,27)</p>
<p style="text-align: justify;">71 – É necessário uma leitura equilibrada do livro de Cantares de Salomão. A poesia, muitas vezes erótica e sensual do livro tem sido de forma abusiva e descontextualizada atribuída a Cristo e à igreja. (Ct 1.1)</p>
<p style="text-align: justify;">72 – Não consideramos qualquer instrumento, seja de que origem for, mais santo que outros. Instrumentos judaicos, como o shophar, não têm poderes sobrenaturais e nem são os instrumentos “preferidos” de Deus. Muitas igrejas têm feito do shophar “O” instrumento, dizendo que é ordem de Deus que se toque o shophar para convocar o povo à guerra. Repugnamos essa ideia e reafirmamos a soberania de Deus sobre todos os instrumentos musicais. (Sl 150)</p>
<p style="text-align: justify;">73 – Rejeitamos a ideia de que Deus tem levantado o Brasil como o novo “Israel” para abençoar todos os povos. Essa ideia surge de mentes centralizadoras e corações desejosos de serem o centro da voz de Deus na Terra. O SENHOR reina sobre toda a Terra e ama a todos os povos com Seu grande amor incondicional. (Jo 3.16)</p>
<p style="text-align: justify;">74 – Rejeitamos o estímulo e o uso de “amuletos” cristãos como “água do rio Jordão”, “areia de Israel” e outros que transformam a fé cristã numa fé animista e necessitada de “catalisadores” do poder de Deus. O único elemento catalisador a fé no nome de Jesus (Hb 11.1)</p>
<p style="text-align: justify;">75 – Deixemos de lado a busca desenfreada de títulos e funções do Antigo Testamento, como levitas, gaditas, etc&#8230; Tudo se fez novo em Cristo Jesus, onde TODOS nós fomos feitos geração eleita, sacerdócio real, nação santa e povo adquirido. Da mesma forma, rejeitamos a introdução de aspectos do culto e da cultura judaica, como se esta fosse mais santa que qualquer outra, e dando uma nota de misticismo. Que então os ministros e dirigentes de música sejam simplesmente ministros e dirigentes de música, exercendo talentos e dons que Deus livremente distribuiu em Sua igreja, não criando uma “classe superior” de “levitas”, até porque os mesmos já não existem entre nós. (Rm 12.3-5; 1 Pe 2.9)</p>
<p style="text-align: justify;">76 – Que se entenda que tijolos são apenas tijolos, paredes são apenas paredes e prédios são apenas prédios. Que os termos &#8220;Casa do Senhor&#8221; e &#8220;Templo&#8221; não sejam utilizados somente para designar edificações e espaços físicos, mas, também, e essencialmente, para fazer menção às pessoas que pertencem à Igreja. Que nossos púlpitos não sejam erroneamente chamados de &#8220;altares&#8221;, uma vez que deles não emana nenhum &#8220;poder&#8221; ou &#8220;unção&#8221; especial. (At 17:24, I Cor 3:16-17, 6:19)</p>
<p style="text-align: justify;">77 – Que estejamos cada vez mais certos de que Deus não habita em templos feitos por mãos de homens. Que a febre de erguermos “palácios” para Deus dê lugar à simplicidade e humildade do bebé que nasce na manjedoura, e nem por isso, deixa de ser Rei do Universo. (At 7.48-50)</p>
<p style="text-align: justify;">78 – Não consideramos que “há poder em nossas palavras” como querem os adeptos dessa teologia da “confissão positiva”. Deus não está sujeito ao que falamos e não serão nossas palavras capazes de trazer maldição ou benção sobre quem quer que seja, se essa não for, antes de tudo, a vontade expressa de Deus através de nossas bocas. (Gl 1.6-7)</p>
<p style="text-align: justify;">79 – Rejeitamos a onda de “actos proféticos” que, sem base e autoridade nas Escrituras, confundem e desvirtuam o sentido da Palavra, ainda comprometendo seriamente a sanidade e a coerência das pessoas envolvidas. (Mt 7.22-23)</p>
<p style="text-align: justify;">80 - Que movimentos como “dança profética”, “louvor profético” e outros “moveres proféticos” sejam analisados sinceramente segundo as Escrituras e, por consequência, deixados de lado pelo povo que se chama pelo nome do Senhor. (2 Tm 4.3-4)</p>
<p style="text-align: justify;">81- Apresentar uma noiva pura e gloriosa, adequadamente vestida para o seu noivo, não consiste em &#8220;restaurar a adoração&#8221; ou apresentar a Deus uma falsa santidade, mas em fazer as obras que Jesus fez — cuidar dos enfermos e quebrantados de coração, pregar o evangelho aos humildes, e viver a cada respirar a vontade de Deus revelada na Sua palavra — deixando para trás o pecado, deixando para trás o velho homem, e nos revestindo no novo (Tg 1.27)</p>
<p style="text-align: justify;">82 – Discordamos dos “restauradores das coisas perdidas” por não perceberem a mão de Deus na história, sempre mantendo um remanescente fiel à Palavra e ao Testemunho. Dizer que Deus está “restaurando a adoração”, “restaurando o ministério profético”, etc&#8230; é desprezar o sangue dos mártires, o testemunho dos fiéis e a adoração prestada a Deus durante todos esses séculos. (Hb 12.1-2)</p>
<p style="text-align: justify;">83 – Lamentamos a transformação da fé cristã em shows e mega-eventos que somos obrigados a assistir nas TVs, onde a figura humana e as ênfases nos “milagres” e produtos da fé sobrepujam as Escrituras e a pregação sadia da Palavra de Deus. (Jo 3.30)</p>
<p style="text-align: justify;">84 – Deus não nos chamou para sermos “leões que rugem”, mas fomos considerados como ovelhas levadas ao matadouro, por amor a Deus. Mas ainda assim, somos mais que vencedores por Aquele que nos amou. (Lc 10.3; Rm 8.36)</p>
<p style="text-align: justify;">85 – Entendemos como abusivas as cobranças de &#8220;cachês&#8221; para &#8220;testemunhos&#8221;. Que fique bem claro que aquilo que é recebido de graça, deve ser dado de graça, pois nos cabe a obrigação de pregar o evangelho. (Mt 10.8)</p>
<p style="text-align: justify;">86  – Que a cruz de Cristo, e não o seu trono, seja o centro de nossa pregação! (1 Co 2.2)</p>
<p style="text-align: justify;">87 – Reafirmamos que, quaisquer que sejam as ofertas e dízimos, que sejam entregues por pura gratidão, e com alegria. Que nunca sejam dados por obrigação e nem entregues como troca de bênçãos para com Deus. Muito menos sejam dados como fruto do medo do castigo de Deus ou de seus líderes. Deus ama ao que dá com alegria! (2 Co 9.7)</p>
<p style="text-align: justify;">88 – Que a igreja volte-se para os problemas sociais à sua volta, reconheça sua passividade e volte à prática das boas obras, não como factor para a salvação, mas como reflexo da graça que se manifesta de forma visível e encarnada. “Pois tive fome&#8230; e me destes de comer&#8230;” (Mt 25.31-46; Tg 2.14-18; Tg 1.27)</p>
<p style="text-align: justify;">89 – Lamentamos o comércio em que se transformou a música evangélica brasileira. Infelizmente impera, por exemplo, a “máfia” das rádios evangélicas, que só tocam os artistas de suas respectivas gravadoras, alienam o nosso povo através da massificação dos “louvores” comerciais, e não dão espaço para tanta gente boa que há em nosso meio, com compromisso de qualidade musical e conteúdo poético, linguístico e, principalmente, bíblico. (Mc 11.15-17)</p>
<p style="text-align: justify;">90 – Que os pastores ajudem a diminuir a indústria de testemunhos e a &#8220;máfia&#8221; das gravadoras evangélicas. Que valorizem a simples pregação da Palavra ao invés do espectáculo &#8220;gospel&#8221; a fim de terem igrejas &#8220;lotadas&#8221; para ouvirem as &#8220;atracções&#8221; da fé. Da mesma forma, rejeitamos o triunfalismo e o ufanismo no qual se transformou a música evangélica actual, que só fala em vitória, poder e unção mas se esqueceu de coisas muito mais fundamentais como graça, misericórdia e perdão. (1 Pe 5.2)</p>
<p style="text-align: justify;">91 – Somente as Escrituras. (Jo 14.21;17.17)</p>
<p style="text-align: justify;">92 – Somente a Graça. (Ef 2.8-9)</p>
<p style="text-align: justify;">93 – Somente a Fé. (Rm 1.17)</p>
<p style="text-align: justify;">94 – Somente Cristo. (At 17.28)</p>
<p style="text-align: justify;">95 – Glória somente a Deus (Jd 24-25)</p>
<p style="text-align: justify;">(autor brasileiro desconhecido com adaptações)</p>
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		<title>Canção Nova ou a Velha Canção com uma “melodia” Nova?</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 23:18:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pastor Michel Cruz</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Actualidades]]></category>

		<category><![CDATA[Canção Nova]]></category>

		<category><![CDATA[Renovação Carismática Católica]]></category>

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		<description><![CDATA[Pela Bíblia somos exortados a examinar tudo quanto ouvimos ou lemos com respeito a tudo quanto esteja relacionado com questões espirituais e religiosas. Devemos pôr a julgamento todas as crenças e práticas religiosas e manifestações sobrenaturais.
(I João 4:1; I Tessalonicenses 5:18-21; I Coríntios 14:29).
Todo o exame exige um padrão e este é as Escrituras (Actos.17:11). [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Pela Bíblia somos exortados a examinar tudo quanto ouvimos ou lemos com respeito a tudo quanto esteja relacionado com questões espirituais e religiosas. Devemos pôr a julgamento todas as crenças e práticas religiosas e manifestações sobrenaturais.<br />
(I João 4:1; I Tessalonicenses 5:18-21; I Coríntios 14:29).<br />
Todo o exame exige um padrão e este é as Escrituras (Actos.17:11). Recomendação que me leva a produzir textos da natureza que segue.</p>
<p style="text-align: justify;">“Canção Nova” (CN) é o nome de um canal televisivo que tem chegado aos lares portugueses via TV por cabo e satélite. Também, se pode encontrar na Rádio e na internet. A CN auto-define-se como sendo “uma Comunidade Católica brasileira que tem como objectivo principal ‘a evangelização através dos meios de comunicação’&#8221;. Fundada no Brasil no ano de 1978 por um clérigo católico, Monsenhor Jonas Abib, estabeleceu-se em Portugal em Agosto de 1998, estando a sua sede situada em Fátima.</p>
<p style="text-align: justify;">Na programação da CN assiste-se de forma enfática à invocação do Espírito Santo para que seja derramado na vida dos fiéis e telespectadores. Nos vários programas e nas celebrações transmitidas ouve-se e motiva-se falar e orar em “línguas estranhas”, ora-se e testemunha-se de curas físicas, assiste-se à manifestação de “dons espirituais”, supostamente, como resultado da acção do Espírito Santo.<br />
Nesses programas e celebrações e nas “missas” em muitos aspectos assemelham-se a cultos evangélicos de índole pentecostal ou carismático/neo-pentecostal. Os padres oficiantes e oradores apresentam-se diante do povo com uma postura e compostura que rompe com todo o figurino da liturgia e homilia tradicional católica, mais parecendo pregadores evangélicos, desprendidos de formalismo e ritualismo. A música e o cântico tomam lugar de maior relevância, com novos sons e musicalidades. Bandas e solistas de música ligeira e “pop” participam dos serviços cultuais. Por momentos, por vezes longos, parece ao espectador que conhece o culto evangélico-pentecostal, que está a assistir a um culto de uma igreja dessa confissão. Apanhando uma celebração a meio e sem saber e ter visto até ao fim o “culto”, fica-se convencido que se está diante de um programa e evento evangélico. Nalgumas pessoas a confusão instala-se e os incautos e mal-formados na Bíblia Sagrada e sem discernimento espiritual ficam convencidos que a CN é de Deus.</p>
<p style="text-align: justify;">O que temos a dizer é que não é de Deus! Não é evangélico-pentecostal com nome de católico! É católico com roupagem evangélica- pentecostal.</p>
<p style="text-align: justify;">A CN apresenta a mesma igreja católica com as suas mesmas doutrinas e práticas anti-bíblicas, acumuladas ao longo de séculos de existência, com uma nova forma, uma nova imagem e uma nova liturgia. São as mesmas doutrinas do Vaticano com uma nova “embalagem” – é um lobo vestido de cordeiro. É a mentira misturada com a verdade. E nada há mais pernicioso do que a mentira misturada com a verdade.</p>
<p style="text-align: justify;">Imagens, crucifixos, objectos, símbolos e relíquias; reza do “Avé Maria”, do terço e de todas as ladainhas inventadas pela igreja romana; eucaristia com a sua doutrina blasfema do sacrifício real e cruento e repetitivo do corpo de Jesus, da transubstanciação e a adoração da hóstia; reconhecimento do papado e a afirmação da “igreja católica” como a única igreja de Cristo e a única onde reside a salvação; cultos aos santos e intercessão pelos mortos; colocar em pé de igualdade a Tradição e o Catecismo com a Bíblia e o reconhecimento dos livros apócrifos (não inspirados) como integrantes do cânon bíblico; missas celebradas a partir de santuários marianos, nomeadamente, Fátima, em Portugal, e Aparecida, no Brasil, etc.. estão presentes na CN.</p>
<p style="text-align: justify;">A CN é um avivamento disfarçado do Marianismo, onde (pretensamente) Maria é o Centro e é glorificada nos cultos da renovação carismática. O marianismo nessa Comunidade religiosa chega ao ponto de afirmar que Maria é a esposa do Espírito Santo e é ela que baptiza com Espírito Santo e que ela se manifesta por meio dos dons espirituais, entre os quais a profecia.</p>
<p style="text-align: justify;">A CN é a mesma “Velha Canção” da sempre mesma igreja católica, com uma “melodia” nova. E não basta empunhar a Biblia, lê-la publicamente e apresentar sermões e fazer estudos bíblicos. Isso não torna o movimento bíblico e, consequentemente, divinamente aprovado. Satanás também “pregou” para Jesus usando a Bíblia (Mateus 4:6 cf. Salmos 91:11-12) . Porém, fê-lo de forma descontextualizada, não fazendo caso, deliberadamente, de outros textos bíblicos (a referência em questão aplica-se a quedas involuntárias, o que não a situação). Isso faz a CN: apresenta sermões e pregações muito bonitas na base de textos bíblicos, porém, esquece textos fundamentais, aqueles que, exactamente, põem em causa a doutrina católica. Não percorre a Bíblia toda. Para além de misturar com as tradições dos homens e com os escritos deuterocanônicos (apócrifos), livros reconhecidamente não inspirados por Deus.</p>
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		<title>A Canção Nova e a Renovação Carismática Católica</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 22:30:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pastor Michel Cruz</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Actualidades]]></category>

		<category><![CDATA[Canção Nova]]></category>

		<category><![CDATA[Renovação Carismática Católica]]></category>

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		<description><![CDATA[A Canção Nova segue as linhas da Renovação Carismática Católica (RCC), movimento de renovação na igreja católica, pretendendo ser um retorno, no que diz respeito à experiência espiritual e religiosa, aos primórdios do cristianismo evangélico e apostólico. Trata-se de um movimento surgido nos Estados Unidos, dentro da igreja católica, em meados da década de 1960. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Canção Nova segue as linhas da Renovação Carismática Católica (RCC), movimento de renovação na igreja católica, pretendendo ser um retorno, no que diz respeito à experiência espiritual e religiosa, aos primórdios do cristianismo evangélico e apostólico. Trata-se de um movimento surgido nos Estados Unidos, dentro da igreja católica, em meados da década de 1960. Esse movimento religioso tem como propósito “dar uma nova abordagem às formas de evangelização e renovar práticas tradicionais dos ritos e da mística católicos”.</p>
<p style="text-align: justify;">O movimento carismático católico foi influenciado em seu nascimento pelo movimento pentecostal moderno de origem evangélica, emergido no início do século XX.</p>
<p style="text-align: justify;">O movimento de renovação carismática (de carismas, manifestações sobrenaturais do Espírito Santo, I Co. 12:1-11) é uma resposta/solução à baixa frequência nas missas e ao distanciamento dos católicos da “Igreja”. É, outrossim, uma reacção ao crescimento explosivo do cristianismo evangélico bíblico no continente americano, o qual tem vindo a conquistar os católicos cansados de uma religiosidade rotineira, oca e fria. Cansados do formalismo e ritualismo sem proveito para a alma e para a vida.<br />
A CN tem sido um meio de propagação desse movimento, na língua lusa, especialmente, por meio da média.</p>
<p style="text-align: justify;">A questão que se coloca é a seguinte: como é que tudo o que se passa no movimento da RCC (e na “Canção Nova”) é errado e herético, não é de Deus, e há manifestações do Espírito Santo entre as quais “línguas estranhas” e curas? A resposta é a seguinte: manifestações sobrenaturais não garantem se uma dada crença e seus cultos têm origem em Deus, no Deus Vivo e Verdadeiro, o da Bíblia. Manifestações sobrenaturais e miraculosas podem acontecer à parte de Deus. Grupos que a igreja católica considera seitas heréticas também garantem que no seu seio ocorrem milagres e manifestações sobrenaturais, entre os quais, mórmons e espíritas. Aliás, até o papa considera os evangélicos pentecostais, onde a RCC se inspira, como uma seita.</p>
<p style="text-align: justify;">A Bíblia – a mesma que os carismáticos católicos empunham – mostra-nos a possibilidade de milagres terem origem em outras fontes que não Deus. Confira comigo com a leitura das seguintes passagens bíblicas abaixo transcritas. Você vai verificar que existe a possibilidade de milagres operados por outras forças e poderes que nada têm a ver com Deus.</p>
<p style="text-align: justify;">Dt. 13:1-6: Quando profeta ou sonhador de sonhos se levantar no meio de ti e te der um sinal ou prodígio, e suceder o tal sinal ou prodígio, de que te houver falado, dizendo: Vamos após outros deuses, que não conheceste, e sirvamo-los, não ouvirás as palavras daquele profeta ou sonhador de sonhos, porquanto o SENHOR, vosso Deus, vos prova, para saber se amais o SENHOR, vosso Deus, com todo o vosso coração e com toda a vossa alma. Após o SENHOR, vosso Deus, andareis, e a ele temereis, e os seus mandamentos guardareis, e a sua voz ouvireis, e a ele servireis, e a ele vos achegareis. E aquele profeta ou sonhador de sonhos morrerá, pois falou rebeldia contra o SENHOR, vosso Deus, que vos tirou da terra do Egipto e vos resgatou da casa da servidão, para vos apartar do caminho que vos ordenou o SENHOR, vosso Deus, para andardes nele; assim, tirarás o mal do meio de ti.</p>
<p style="text-align: justify;">O leitor aqui vê o próprio Deus a pôr a possibilidade de alguém que serve a outro deus e incita outras pessoas a cultuar outros deuses, operar milagres. Deus permite que isso aconteça para pôr o Seu povo à prova: testar aqueles que dizem ser parte do Seu povo quanto ao amor que nutrem para com a Sua Pessoa. E diz-lhes que não devem andar atrás de milagres, mas que devem manter-se em amar e servir a Deus e ouvir e obedecer à Sua Palavra.</p>
<p style="text-align: justify;">Êx. 7:8-12: E o SENHOR falou a Moisés e a Arão, dizendo: Quando Faraó vos falar, dizendo: Fazei por vós algum milagre; dirás a Arão: Toma a tua vara e lança-a diante de Faraó; e se tornará em serpente. Então, Moisés e Arão entraram a Faraó e fizeram assim como o SENHOR ordenara; e lançou Arão a sua vara diante de Faraó, e diante dos seus servos, e tornou-se em serpente. E Faraó também chamou os sábios e encantadores; e os magos do Egito fizeram também o mesmo com os seus encantamentos. Porque cada um lançou sua vara, e tornaram-se em serpentes; mas a vara de Arão tragou as varas deles.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesta leitura você pode observar que os mágicos de Faraó, que nada tinham a ver com Deus, fazem um milagre igual ao de Moisés e Arão. A vara de Arão converteu-se numa serpente e as varas dos mágicos também se converteram em serpentes. O poder que operou o milagre nas varas daqueles mágicos não foi o de Deus.<br />
E o leitor avança no texto bíblico deste confronto entre os enviados do Senhor Deus, Moisés e Arão, e o autoritário Faraó do Egipto e verá que por mais duas vezes os mágicos fizeram milagres iguais aos que Deus operou através dos Seus servos (Êx. 7:20-22; 8:6-7)<br />
Mt. 24:24: porque surgirão falsos cristos e falsos profetas e farão tão grandes sinais e prodígios, que, se possível fora, enganariam até os escolhidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Repare bem! Falsos Cristos e falsos profetas operando milagres - “sinais e prodígios” são milagres. Se essas pessoas são falsas é porque não são de Deus. Se não são Deus também os milagres não são! Pessoas falsas, que nada têm com Deus, operando milagres!</p>
<p style="text-align: justify;">II Ts. 2:3-10: Ninguém, de maneira alguma, vos engane, porque não será assim sem que antes venha a apostasia e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição, o qual se opõe de se levanta contra tudo o que se chama Deus ou se adora; de sorte que se assentará, como Deus, no templo de Deus, querendo parecer Deus. Não vos lembrais de que estas coisas vos dizia quando ainda estava convosco? E, agora, vós sabeis o que o detém, para que a seu próprio tempo seja manifestado. Porque já o mistério da injustiça opera; somente há um que, agora, resiste até que do meio seja tirado; e, então, será revelado o iníquo, a quem o Senhor desfará pelo assopro da sua boca e aniquilará pelo esplendor da sua vinda; a esse cuja vinda é segundo a eficácia de Satanás, com todo o poder, e sinais, e prodígios de mentira, e com todo engano da injustiça para os que perecem, porque não receberam o amor da verdade para se salvarem.</p>
<p style="text-align: justify;">Atente bem para o texto! Fala sobre alguém que é chamado de homem do pecado, filho da perdição, iníquo. Um homem que é um opositor de Deus e de tudo que Lhe pertence; um homem que usurpa o trono de Deus e finge ser Deus. É também conhecido como o anticristo (I Jo. 2:18). Segundo muitos comentadores bíblicos, Ele é, ainda, conhecido como a besta descrita em Apocalipse 13:2-8. Um homem que vai ser aniquilado pelo Senhor Jesus em Sua volta em glória. No entanto, diz que faz sinais e prodígios isto é, milagres. E o texto também nos informa por que poder ele opera os milagres: segundo a eficácia de Satanás. O poder é de Satanás, não de Deus.</p>
<p style="text-align: justify;">Satanás, o inimigo de Deus, de Sua criação e de Sua Obra, é enganador e é poderoso (não Todo-poderoso), e também faz milagres. Porém, são milagres de mentira, para enganar.<br />
Ap. 13:11-14a): E vi subir da terra outra besta, e tinha dois chifres semelhantes aos de um cordeiro; e falava como o dragão. E exerce todo o poder da primeira besta na sua presença e faz que a terra e os que nela habitam adorem a primeira besta, cuja chaga mortal fora curada. E faz grandes sinais, de maneira que até fogo faz descer do céu à terra, à vista dos homens. E engana os que habitam na terra com sinais que lhe foi permitido que fizesse em presença da besta.</p>
<p style="text-align: justify;">A besta neste trecho trata-se de um homem que cooperará com o anticristo, a primeira besta. Trata-se de alguém que nos acontecimentos apocalípticos é, também, chamado de “falso profeta”. (Ap. 19:19-20; 20:10). Portanto, é alguém que, de igual modo, opõe-se a Deus e tem um carácter igual ao do anticristo. E você lê que faz grandes sinais e que até fogo faz descer do céu à terra.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Imagens que operam milagres</strong><br />
O culto às e com imagens é terminantemente condenado por Deus em Sua Palavra inspirada, a Bíblia Sagrada. São inúmeros os textos e referências bíblicos que nos mostram a repulsa divina quanto ao culto das imagens. Logo, nos Dez Mandamentos encontramos a proibição do Eterno e Glorioso Deus quanto às imagens: “Não farás, não te encurvarás diante delas, nem as servirás” (Êx. 20:4-5)<br />
Ouve-se que em vários lugares imagens fazem milagres e milagres, como chorar sangue, ocorrem. Diz-se que em Fátima “a imagem da Senhora” faz milagres.</p>
<p style="text-align: justify;">Ora, se o culto às imagens e com imagens é condenado por Deus, poderão, tais eventuais milagres ter origem ou chancela divina? É óbvio que não! O poder que nesses casos se manifesta tem que ter outra origem. Verificamos na Bíblia a possibilidade da ocorrência de milagres no culto às imagens, identificando o poder que actua nesses casos:<br />
Ap. 13:14-15: E engana os que habitam na terra com sinais que lhe foi permitido que fizesse em presença da besta, dizendo aos que habitam na terra que fizessem uma imagem à besta que recebera a ferida de espada e vivia. E foi-lhe concedido que desse espírito à imagem da besta, para que também a imagem da besta falasse e fizesse que fossem mortos todos os que não adorassem a imagem da besta.</p>
<p style="text-align: justify;">Este trecho dá-nos que o falso profeta, anteriormente referido, vai mandar erigir uma imagem em honra do anticristo, para que todos os povos e nações lhe prestem culto. E lemos que essa imagem vai falar. E porque é que fala? Porque, com permissão de Deus – não aprovação – foi concedido à imagem que, por acção de um espírito maligno, falasse.<br />
Os. 4:12: O meu povo consulta a sua madeira, e a sua vara lhe responde, porque o espírito de luxúria os engana, e eles se corrompem, apartando-se da sujeição do seu Deus.<br />
A madeira e a vara referem-se às imagens de escultura as quais o povo de Israel, em rebelião contra Deus, cultuava. E diz o texto que a imagem responde àqueles que se chegam a ela à busca de um milagre. E qual é o poder que faz acontecer o milagre? Um espírito de luxúria. Um espírito imundo. Não o Espírito de Deus.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Bíblia Sagrada Regra de Fé e Conduta</strong><br />
Na qualidade de crente evangélico pentecostal e bíblico creio na actualidade das manifestações do Espírito Santo, as “línguas estranhas” e os dons, como as curas e milagres. Mas, creio nisso porque creio na Bíblia Sagrada como a eterna e imutável Palavra Inspirada de Deus, com valor para hoje. E é esta Palavra que serve para todos como regra e padrão para os assuntos da fé e do comportamento. Acima de qualquer manifestação sobrenatural está essa Regra e todas as manifestações sobrenaturais têm que ser examinadas e julgadas por ela.</p>
<p style="text-align: justify;">No sermão da montanha o Mestre Jesus apresentou-nos o valor relativo dos carismas e o valor absoluto da Palavra. As manifestações carismáticas não garantem a entrada no céu. Escutar a palavra de Deus e obedecê-la, sim. Falou-nos para termos cuidado com aqueles que professam o nome do Senhor e (parece) que operam carismas porque poderiam ser falsos profetas – instrutores de ensinos e práticas espirituais erradas. Falou-nos que a nossa segurança está em ouvir e cumprir as Suas palavras (Mt. 7:15-28).</p>
<p style="text-align: justify;">Em Corinto havia uma “igreja carismática” – com muitas manifestações do Espírito Santo - porém, não havia igreja, das referenciadas nas epístolas do apóstolo Paulo, mais errada quanto à vida de seus membros e havia culto reprovável aos ídolos (I Coríntios 1:10-11; 10:14-21).</p>
<p style="text-align: justify;">Também, na Ásia Menor, Jesus, por meio do apóstolo João, dá-nos conta de uma igreja na qual, também, haveria manifestação de carismas, contudo, era uma igreja prestes ser gravemente penalizada pelo Justo Juíz e Senhor da igreja, por causa da idolatria (Apocalipse 2:20-23).<br />
Nenhuma autoridade humana reconhecida está acima do Evangelho e das doutrinas bíblicas estabelecidas nas Escrituras (Gálatas 1:6-9). A sentença divina é a seguinte: “Toda a Escritura divinamente inspirada é proveitosa para ensinar, para corrigir, redarguir e instruir para que todo o homem seja perfeito e perfeitamente instruído para toda a boa obra” (II Timóteo 3:16-17). “Se alguém falar fale segundo as Palavras de Deus” (I Pedro 4:11); “Liga o Testemunho, sela a Lei entre os meus discípulos. À Lei e ao Testemunho! Se eles não falarem segundo esta Palavra, nunca verão a alva” (Isaías 8:16 e 20).</p>
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		<title>Próximos Eventos</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 18:19:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pastor Michel Cruz</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Dia 07/11/2009 - Convívio de Jovens em Santarém
XVII Conferência Missionária
Tema: “A Igreja Pentecostal e a Obra Missionária”
Orador: Missionário Paulo Cruz
Campanha com o Pastor Adelmo e Irmã Aurenice
Dia 21/11/2009  - Culto Geral de Senhoras em Vieira de Leiria, pelas 20h30min
Dia 22/11/2009 - Domingo de manhã, na Marinha Grande
Dia 22/11/2009 - Domingo de tarde, em Leiria
7º. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dia 07/11/2009 - Convívio de Jovens em Santarém</p>
<p><strong>XVII Conferência Missionária</strong><br />
<strong>Tema:</strong> “A Igreja Pentecostal e a Obra Missionária”<br />
<strong>Orador:</strong> Missionário Paulo Cruz</p>
<p><strong>Campanha com o Pastor Adelmo e Irmã Aurenice</strong><br />
Dia 21/11/2009  - Culto Geral de Senhoras em Vieira de Leiria, pelas 20h30min<br />
Dia 22/11/2009 - Domingo de manhã, na Marinha Grande<br />
Dia 22/11/2009 - Domingo de tarde, em Leiria</p>
<p><strong>7º. Aniversário da Casa de Oração da Vieira de Leiria</strong><br />
 Dia 28/11/2009 - Culto ao ar-livre às 16h30min<br />
 Dia 28/11/2009 - Culto na Casa  de Oração às 20h30min</p>
<p><strong>Festa do Lar Evangélico Nova Esperança</strong><br />
DIA 01/12/2009 pelas 15h00</p>
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