Todas as Estrelas Morrem… a Minha Não!

Michael Jackson, a Estrela da Pop que morreu aos 50 anos! Estrela tem sido o título atribuído a muitos famosos, oriundos do mundo da música, das artes, da cultura, e do desporto. As suas habilidades e os seus feitos têm fascinado e arrastado após si milhares e milhões de fãs. Tal fascínio leva as pessoas ao delírio e à histeria. A vida dos fãs gira em volta dessas estrelas: o seu modo de viver, vestuário, tempo dedicado, tudo!

Quartos revestidos com posters e recheados com toda a sorte de objectos relacionados com a estrela. Todo o dinheiro gasto em prol da estrela é pouco e mais houvesse que não seria demais! Mas a estrela passou à história! Fracassou na sua órbita da fama, ou morreu. Algumas sobrevivem na memória, no coração e na vida dos fãs viventes, mas à medida que cada vai morrendo, a luz dessas estrelas, já muito desvanecida, vai se extinguindo. Restam alguns museus pessoais e os restos mortais numa pequena porção de terra e sob uma lápide: “Aqui jaz…”.

A minha estrela não morre!
A minha Estrela é diferente!
Não é da música, ainda que em todo o mundo e por milénios se compõem as mais belas melodias e letras e se cantam para o seu Nome;
Não é das artes, ainda que por toda a terra se apreciam as mais belas obras de pintura e escultura inspiradas Nela, sua vida e seus grandiosos feitos;
Não é da cultura, ainda que por este planeta, se respire a Sua poderosa filosofia, ensinos, pensamentos e valores;
Não é do desporto, porque o Seu alvo não era uma baliza, um cesto, uma meta axedrezada, ou um pódio humano e terrestre.

A minha Estrela é de muito longe, apareceu no oriente, e brilhou como nenhuma, antes e depois Dela. Quiseram-na apagar cravando-a num madeiro de vergonha e desprezo. Lançaram-na na escuridão de um sepulcro, escavado numa hermética rocha. Foi triste!

“Afinal… foi uma Estrela efémera… outros foram mais longe que esta.”
Os seus fãs desiludiram-se. Frustrados e com medo dos que quiseram apagar a sua Estrela, esconderam-se. Quando, porém, banhados nas lágrimas da desilusão, mergulhados num mar revolto de questões e demandas, confusos na escuridão de um sonho feito pesadelo… num abrir e fechar de olhos, um enorme resplendor inunda a casa dos seus corações!… a Estrela estava ali com eles!!! A Estrela reapareceu!

Ela estava de volta, como o sol reaparece a cada alva! Com mais brilho! Era o brilho da glória da vitória sobre a poderosa mas, igualmente, efémera morte. Sem dúvida! As mãos, os pés e o seu lado testemunhavam, indesmentivelmente, que era Ela. Não era um espírito fantasma. Era Ela em carne e osso, que a morte não conseguiu conter! “É o Senhor!!!”. O sepulcro tem inscrito: “Não está aqui. Ele vive!”

As Escrituras haviam-no predito. A Estrela lhes havia dito. Eles já estavam avisados. A memória foi eclipsada pelas emoções. Alguém já A havia visto. Agora, dobrando os joelhos diante Dela, confessavam: “Senhor Meu e Deus Meu”!
Era verdade! Não fora uma ilusão, não havia motivo para a frustração e as lágrimas não faziam sentido! E qual medo!
A Estrela é a “Primeira e a Última; a que viva e foi morta, mas eis que está viva para todo o sempre!”
A minha Estrela é Jesus!
A resplandecente estrela da manhã! O Sol da Justiça. A luz do mundo e da vida!

Eu também fui fã daquelas estrelas. Mas há muito que as troquei por Esta. E não me arrependo. Jamais! Eu estou Nela e Ela em mim. Ela brilha em mim e quero que resplandeça por mim. Quero que Ela seja vista em mim e que muitos se tornem Seus fãs, andem à Sua luz e não mais em trevas.

(Leia na Bíblia: Evº. João 1:1-14; Evº. Lucas 1:78-79; Evº. Mateus. 4:12-16; Gálatas 3:13; Evº. Lucas 23:50-53;24:36-47, 6 e 23; Evº. João 20:19-28; Apocalipse 1:17-18, 22:16; Malaquias 4:2; Evº. João 9:5, 8:12)